PST (Pulse Signal Therapy) OSTEOPOROSE

PST (Pulse Signal Therapy) Osteoporose

 

O tratamento PST Osteoporose foi homologado na CE em 13.11.2003 e começou a ser comercializado em Abril de 2004.

O osso e a cartilagem são tipos de tecidos conjuntivos globalmente semelhantes. Muitos estudos foram publicados nos últimos anos, nos quais se demonstra que os condrócitos (células da cartilagem) e os osteoblastos (células de formação óssea) surgem dos tecidos conjuntivos. Factores reguladores e de transcrição, nomeadamente Cbfa1, são essenciais para o desenvolvimento da cartilagem e do osso. Além disto, tanto o osso como a cartilagem respondem positivamente à pressão mecânica, fluxo de líquidos (com a transferência de cargas eléctricas), PEMFs e outros estímulos externos. Consequentemente, fracturas de difícil consolidação e pseudartroses têm sido tratadas com sucesso com a PST desde 1996.

 

Os efeitos positivos da PST, na formação de osso têm sido observados nos nossos estudos clínicos da Osteoporose. Estes resultados têm demonstrado um aumento da densidade óssea trabecular (esponjosa - camada mais interna do osso), nos pacientes tratados com a PST, em comparação com o grupo de controlo.

A percentagem de retorno do osso trabecular é significativamente mais elevado que o do osso cortical (camada externa do osso). Como na Osteoporose, o decréscimo inicial da densidade mineral é observada no osso trabecular, verifica-se o retorno a uma micro-arquitectura bem definida, o que é essencial à força e estabilidade, fazendo com que as ligações cruzadas aumentem significativamente e condicionem o máximo da capacidade de sobrecarga nas cavidades grandes do osso (comparáveis a um patíbulo).

 

O campo electromagnético pulsado emitido pelo tratamento PST Osteo, difere do sistema Ortho. Por essa razão são utilizados cartões de activação diferentes; através dos uma vez introduzidos no equipamento, activam um programa distinto.

Na Alemanha, neste momento este tratamento está igualmente a ser utilizado como meio de prevenção.

 

Indicações

 

Osteoporose Primária (Tipo 1)

 

Este tipo de Osteoporose afecta principalmente mulheres com idades compreendidas entre os 50 e os 70 anos. Está relacionada com a deficiência da hormona feminina estrogénio - uma alteração hormonal que acompanha a menopausa. Por esta razão é também denominada Osteoporose pós-menopausa. O equilíbrio entre a estrutura óssea e a remodelação óssea é perturbado pela alteração hormonal, resultando tanto a fragilidade óssea como a perda de densidade óssea.

 

Os danos são inicialmente evidentes na estrutura do osso esponjoso. Fica assim explicada a maior susceptibilidade a fracturas de:

 

•Vértebras

•Ossos do antebraço (cúbito e rádio)

•Costelas

•Colo do fémur

 

Conhecida a relação entre a deficiência de hormonas sexuais e o aparecimento deste tipo de Osteoporose, as medidas de prevenção de fracturas são:

 

•uma dieta equilibrada e rica em cálcio

•exercício físico adequado e treino físico do esqueleto para estimular a actividade dos osteoblastos

•medicação aconselhada pelo seu médico

 

 

Osteoporose Primária (Tipo 2)

 

Tanto os homens como as mulheres com idade superior a 70 anos são igualmente susceptíveis a este tipo de osteoporose. Para além de afectar o osso esponjoso, esta forma de osteoporose também afecta o osso cortical.

 

Causa em particular maior susceptibilidade a fracturas dos ossos longos, especialmente nos seguintes casos:

 

 

•Diáfise do fémur

•Ossos do antebraço (cúbito e rádio)

As principais causas da osteoporose tipo II são:

 

•O processo natural de envelhecimento do osso (por esta razão é também conhecida por osteoporose senil)

•Carência de cálcio e vitamina D,

•Falta de exercício físico.

 

Há relativamente pouco a fazer contra o processo natural de envelhecimento dos ossos. Contudo, deficiências de cálcio e vitamina D podem ser rectificadas bem como a adopção de uma dieta e medicação adequadas, complementadas com exercício físico, sobretudo caminhadas regulares. Estes são os meios essenciais para a prevenção desta patologia.

 

Osteoporose Secundária

 

Pacientes de ambos os sexos são susceptíveis a este tipo de Osteoporose, que se desenvolve decorrente de outra doença de base para além das anteriormente mencionadas. Só cerca de 5 por cento de todos os casos correspondem a este tipo de Osteoporose.

 

Várias doenças podem originar a Osteoporose secundária:

 

•Hiperadrenalismo, com produção excessiva de corticóides

•Uso prolongado de medicamentos contendo corticóides

•Doenças do sistema gastrointestina

•Hipertiroidismo

•Doentes acamados durante um logo período de tempo e imobilidade

•Consumo excessivo de bebidas alcoólicas, tabaco e café

 

As consequências são as mesmas na Osteoporose primária, nomeadamente ocorrência de fracturas.

Nota: Em aproximadamente 20% dos casos pode ser identificada uma doença da qual a Osteoporose é secundária e nos 80% restantes os pacientes são portadores de Osteoporose da pós-menopausa ou osteoporose senil.

 

Alguns pacientes, durante a execução do tratamento podem sentir um ligeiro formigueiro ou calor. Inicialmente pode também ser referida uma mudança transitória na natureza ou intensidade da dor, o que é um efeito temporário e em geral considerada uma reacção positiva à terapia PST.

 

Beneficios

 

Não invasivo ou químico

 

Não há nenhuma penetração do corpo humano, nem administração de quaisquer químicos. É portanto um tratamento perfeitamente seguro.

 

Indolor

 

Em geral o tratamento é indolor – determinados pacientes, devido ao posicionamento (deitado) podem sentir alguma dor, acaso tenham dor na cervical ou lombar.

 

Efeitos secundários

 

Até à presente data não foram reportados quaisquer efeitos secundários adversos.

 

Resultados a Curto Prazo

 

De acordo com os primeiros estudos clínicos efectuados, após o terceiro mês da data da de conclusão do tratamento, deverá ser visível (DEXA) o acréscimo da densidade óssea. Actualmente, decorrem estudos clínicos para verificar até quanto tempo após o tratamento a densidade aumenta. No último estudo efectuado em Munique, o resultado médio obtido num grupo de 100 pacientes do sexo feminino, com idades compreendidas entre 55 e 75, foi de 10% ao cabo de seis meses. Espera-se no entanto que o valor aumente nos 12 subsequentes

 

Todas as Idades

 

O tratamento poderá ser administrado a pacientes de qualquer idade e condição física.

 

Complementar

 

O tratamento poderá adjuvar outras formas terapêuticas e de reabilitação física que o médico considerar adequado para o vosso caso.

 

Melhoria da qualidade de vida

 

Em geral o tratamento, permite a obtenção de uma forte melhoria da qualidade de vida do paciente, na prática a principal aspiração/objectivo da maioria. Ao permitir em geral um aumento da densidade óssea, poderá reduzir o risco de fractura óssea.